Apesar de, do ponto de vista científico, não ser claro que a maconha pode provocar dependência química, não há um exato consenso entre gerar ou não dependência. Alguns defendem que não vicia e que a dependência é apenas psicológica, outros acreditam que sim, vicia.
Porém estudos mostram que, realmente, há casos registrados de indivíduos que ficaram dependentes, mas é importante ressaltar que não é uma regra e que não são frequentes, além de essa não ser a maior preocupação, pois como já foi falado, a maconha causa danos ao trato respiratório, perda de memória, piora quadros de esquizofrenia além de outros fatores negativos.
O potencial tóxico da maconha não é muito alto ou preocupante, mas isso não quer dizer que não seja prejudicial o seu uso. Por exemplo o cigarro, é um grande problema não por causa da overdose, mas pelas doenças associadas ao tabagismo. Dessa forma, devem ser considerados os riscos que os usuários correm quando estão sob efeito das substâncias da Cannabis. A maconha tem interferência no julgamento, coordenação motora e tempo de reação, diversos estudos apontam relação direta entre a concentração de THC no sangue e prejuízos na capacidade de dirigir veículos, sendo frequentemente encontrada no sangue de motoristas que se envolveram em acidentes.



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