O diagnóstico definitivo da dependência química pode ser feito por dois critérios, o DMS-V (Diagnostic and Statistical Manual, que significa “Manual de Diagnóstico e Estatística” e o “V” significa que tiveram cinco revisões) ou o CID-10 (“Classificação Internacional de Doenças”, o “10” significa que foram feitas 10 atualizações e revisões).
O Sistema Único de Saúde (SUS), adotou o critério CID-10, onde o diagnóstico da dependência é feito se o usuário apresentar, ao longo dos últimos 12 (doze) meses, três ou mais dos seguintes comportamentos: compulsão ou forte desejo para usar a substância, dificuldades em controlar o uso, abstinência fisiológica, se foi desenvolvida tolerância, abandono de outros prazeres e interesses, persistência no uso da substância após nítidas consequências nocivas.
Existem testes padronizados para identificar os níveis de dependência, de álcool e outras substâncias, no qual o paciente se encontra. Esses testes facilitam criar estratégias de ação. São utilizados questionários como o CAGE e o AUDIT (para dependência do álcool), o ASSIST (para álcool, tabaco e outras substâncias, incluindo a maconha) e o DAST (para o abuso de drogas)



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